Infarto e doença coronariana: como reconhecer, tratar e prevenir
Dor no peito, falta de ar, um cansaço que não fazia sentido, suor frio. Essas são queixas que aparecem com muita frequência no consultório do cardiologista. E em boa parte das vezes, elas estão ligadas a um problema nas artérias do coração, que com o tempo pode levar ao infarto.
O infarto ainda é uma das principais causas de morte no Brasil. E o mais preocupante é que ele não escolhe só gente mais velha. Homens e mulheres em plena idade produtiva também infartam, muitas vezes por causa de hábitos que foram se acumulando ao longo dos anos: cigarro, alimentação ruim, falta de exercício, pressão e colesterol sem controle.
Neste texto, a gente vai explicar de forma simples o que acontece no coração quando a pessoa desenvolve doença coronariana e como isso pode evoluir para um infarto. Vamos falar dos sinais de alerta, de como o médico investiga, das opções de tratamento e, principalmente, do que você pode fazer no dia a dia para se proteger.
Quem trata o infarto?

Meu nome é Thiago Felipe dos Santos, sou médico cardiologista.
Me formei em medicina pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) é 2009 e depois me especializei em cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Também tenho especialização em ecocardiografia e imagem cardiovascular pelo Departamento de Imagem Cardiovascular da SBC, que é a área voltada para os exames de imagem do coração.
Há 10 anos atendo em Cornélio Procópio, no norte do Paraná, onde sou diretor técnico da Clínica Cordis, uma clínica especializada em cardiologia e psiquiatria. No meu dia a dia, cuido de pessoas com pressão alta, colesterol elevado, arritmias, insuficiência cardíaca, doenças nas artérias do coração e de pacientes que precisam de acompanhamento após infarto ou cirurgias cardíacas. Também faço muita avaliação preventiva, ajudando meus pacientes a cuidarem do coração antes que qualquer problema apareça.
Escrevo esses textos porque acredito que informação de qualidade ajuda as pessoas a se cuidarem melhor. Se algo do que você leu aqui fez sentido para a sua situação, procure um cardiologista de confiança para uma avaliação.
O que é doença coronariana?
O coração é um músculo que trabalha sem parar, bombeando sangue para o corpo inteiro. Para funcionar direito, ele também precisa receber sangue e oxigênio. Quem leva esse sangue até o coração são as artérias coronárias, que ficam na superfície do coração.
O problema começa quando essas artérias vão ficando entupidas por dentro. Isso acontece porque, ao longo dos anos, a gordura (principalmente o colesterol ruim) vai se depositando na parede dos vasos, formando placas. É mais ou menos como um cano que vai acumulando sujeira e vai ficando cada vez mais estreito.
Esse processo de entupimento se chama aterosclerose. Quando as artérias do coração estão com esse problema, dizemos que a pessoa tem doença coronariana (ou doença arterial coronariana, como os médicos costumam chamar nos laudos).
A doença coronariana pode ficar quieta por muito tempo, sem dar sinal nenhum. Em outros casos, ela começa a dar sinais aos poucos. O mais comum é a pessoa sentir uma dor ou aperto no peito quando faz esforço, como subir escada, caminhar rápido ou carregar peso. Essa dor geralmente melhora quando a pessoa para e descansa. Os médicos chamam isso de angina.
Em pessoas com diabetes ou mais idosas, pode acontecer algo ainda mais traiçoeiro: o coração está sofrendo com a falta de sangue, mas a pessoa não sente nada. É o que chamam de isquemia silenciosa.
Seja com sintomas ou sem, a doença coronariana é séria e precisa de acompanhamento, porque é ela que abre caminho para o infarto.
E o que é o infarto?
O infarto acontece quando uma dessas placas de gordura que estavam na artéria se rompe de repente. Quando a placa rompe, o corpo tenta "consertar" o estrago formando um coágulo de sangue no local. Só que esse coágulo pode acabar entupindo a artéria por completo.
Quando a artéria entope, o sangue para de chegar naquela parte do coração. E sem sangue, o músculo do coração naquela região começa a morrer. Isso é o infarto.
Para deixar bem claro a diferença: a doença coronariana é o processo que vai se formando ao longo de anos, com as artérias ficando cada vez mais estreitas. O infarto é o momento agudo, quando uma artéria entope de vez e uma parte do coração sofre dano.
Por isso se diz que o infarto não cai do céu. Na maioria das vezes, ele é o resultado de uma doença que já estava ali, crescendo em silêncio.
O que aumenta o risco de ter doença coronariana e infarto?
Alguns fatores a gente não tem como controlar. A idade é um deles: quanto mais velho, maior o risco. Homens costumam ter problemas mais cedo, enquanto as mulheres têm uma certa proteção hormonal até a menopausa (depois disso, o risco se iguala). E se alguém da sua família próxima (pai, mãe, irmão) teve infarto ou morte súbita ainda relativamente jovem, seu risco também é maior.
Mas a maior parte dos fatores de risco a gente pode mudar, e é aí que está a grande oportunidade de prevenção.
O cigarro é um dos maiores vilões. E aqui vale reforçar: cigarro eletrônico e narguilé não são alternativas seguras. Todos prejudicam seriamente as artérias e o coração.
Pressão alta vai machucando os vasos por dentro ao longo dos anos. Colesterol alto, especialmente o LDL (que as pessoas conhecem como "colesterol ruim"), vai depositando gordura nas artérias. Diabetes faz o açúcar no sangue danificar os vasos. Excesso de peso, principalmente gordura na barriga, sobrecarrega o coração e bagunça o colesterol e a glicose.
E o estilo de vida pesa muito: comer mal, viver parado, dormir pouco, viver estressado. Tudo isso vai se somando e aumentando o risco, muitas vezes sem a pessoa perceber.
Controlar esses fatores é a melhor forma de evitar que a doença coronariana se instale ou progrida.
Como reconhecer os sintomas do infarto?
Os sintomas mais conhecidos do infarto são: dor ou pressão forte no peito, como se alguém estivesse apertando ou colocando um peso. Essa dor costuma ficar no centro do peito, mas pode se espalhar para o braço esquerdo (ou os dois braços), pescoço, queixo, costas ou até a região do estômago.
Junto com a dor, a pessoa pode ter falta de ar, suor frio, enjoo, tontura e uma sensação muito ruim de que algo grave está acontecendo. Essa dor costuma durar mais de 20 minutos e não melhora de verdade com repouso.
Mas atenção: nem todo infarto vem com esse quadro "clássico". Em mulheres, idosos e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser bem diferentes e mais discretos. Pode ser um cansaço intenso que aparece do nada, falta de ar ao menor esforço, dor nas costas, no queixo ou no estômago, enjoo que parece "problema de digestão", ou simplesmente um mal estar forte sem explicação.
Um dado importante que vale mencionar: no caso das mulheres, pesquisas mostram que elas costumam demorar mais para procurar ajuda quando estão infartando, justamente porque os sintomas são menos "típicos" e muitas vezes são confundidos com ansiedade, cansaço ou problema digestivo. Essa demora pode fazer diferença no resultado do tratamento. Por isso, mulheres com fatores de risco devem ficar especialmente atentas a qualquer sintoma súbito e fora do comum.
Já na angina (aquela dor que aparece na doença coronariana estável), o padrão é um pouco diferente. A dor vem com o esforço e melhora quando a pessoa para e descansa. Costuma se repetir sempre que a pessoa faz o mesmo tipo de atividade. A angina não é uma emergência como o infarto, mas é um aviso sério de que as artérias do coração estão comprometidas e que o médico precisa avaliar.
A regra geral é: qualquer dor no peito forte, que dura mais que alguns minutos, que vem com falta de ar, suor frio ou mal estar, precisa de atendimento de urgência. Não espere para ver se passa.
Como o médico investiga esses problemas?
Depende da situação. Se a pessoa chega ao hospital com suspeita de infarto, tudo acontece rápido. O primeiro exame é o eletrocardiograma, que mostra a atividade elétrica do coração e ajuda a identificar se tem um infarto em andamento. Junto com isso, é colhido sangue para medir substâncias que o coração libera quando está sofrendo dano (a mais conhecida é a troponina). Outros exames de sangue também são feitos para ver como estão os rins, o açúcar e o restante do organismo.
Se o infarto for confirmado, o objetivo é desentupir a artéria o mais rápido possível. Na maioria dos casos, isso é feito por cateterismo: o médico entra com um cateter (um tubinho fino) por uma artéria do braço ou da perna, chega até o coração, encontra o ponto entupido, abre com um balãozinho e coloca um stent (uma molinha de metal) para manter o vaso aberto. Quanto mais rápido isso é feito, menos dano o coração sofre.
Agora, quando a situação não é de emergência, a investigação é mais tranquila. O paciente vai ao consultório, o cardiologista conversa com calma, pergunta sobre sintomas, histórico de saúde, hábitos de vida e doenças na família. Faz o exame físico e pede exames conforme a necessidade.
Os mais comuns são: eletrocardiograma, exames de sangue (colesterol, açúcar, rins), ultrassom do coração (ecocardiograma) e teste de esforço na esteira. Se o médico precisar de mais informações, pode pedir uma tomografia das artérias do coração ou até um cateterismo para ver exatamente onde e quanto de entupimento existe.
O conjunto dessas informações é o que permite ao médico dizer se a pessoa tem doença coronariana, qual a gravidade e qual o melhor caminho de tratamento.
Como é o tratamento?
No infarto (a hora da emergência)
No infarto, cada minuto faz diferença. O tratamento começa ainda na ambulância ou na sala de emergência. São dados remédios para impedir que o coágulo cresça, para aliviar a dor e para estabilizar o coração. E o objetivo principal é abrir a artéria entupida o mais rápido possível, geralmente por cateterismo com colocação de stent.
Em hospitais onde o cateterismo não está disponível naquele momento, existe a opção de usar um remédio pela veia que tenta dissolver o coágulo. Não é o ideal, mas pode salvar a vida até que o paciente seja transferido.
Depois da fase mais crítica, o paciente fica internado por alguns dias. Nesse período, o médico ajusta as medicações, observa como o coração está se recuperando e já começa a orientar sobre as mudanças que vão ser necessárias dali em diante.
Na doença coronariana estável (sem infarto)
Quando o diagnóstico é de doença coronariana, mas não tem infarto acontecendo, o tratamento é focado em três frentes: mudar o estilo de vida, usar remédios e, em alguns casos, fazer procedimentos.
As mudanças no dia a dia são a base de tudo. Parar de fumar, controlar pressão e colesterol, emagrecer se preciso, cuidar do diabetes, começar a se exercitar com orientação. Isso não é "conselho genérico": essas mudanças realmente reduzem o risco de a pessoa ter um infarto no futuro.
Os remédios entram para ajudar a controlar o que o estilo de vida sozinho não dá conta. Existem medicamentos para baixar o colesterol (principalmente o LDL), para controlar a pressão, para diminuir o esforço que o coração faz a cada batida e para evitar a formação de coágulos. Cada caso é diferente, e o cardiologista monta o esquema de acordo com a situação de cada pessoa.
Em algumas situações, quando o entupimento é grande ou está em lugares críticos, pode ser necessário fazer angioplastia com stent ou até cirurgia de ponte de safena (quando o cirurgião cria novos caminhos para o sangue chegar ao coração, usando vasos de outras partes do corpo).
Uma coisa que vale deixar bem clara: quem colocou stent ou fez ponte de safena não está "curado". A doença de base continua ali. O stent abriu aquele ponto específico, mas o resto das artérias pode estar comprometido também. Por isso, o acompanhamento com o cardiologista, os remédios e as mudanças no estilo de vida continuam sendo essenciais pelo resto da vida.
Prevenção: o que fazer no dia a dia
A prevenção do infarto não é nenhum segredo. Na verdade, são coisas que a gente já ouve desde sempre, mas que muita gente deixa para depois.
Na alimentação, o caminho é comer mais comida de verdade e menos coisa de pacote. Mais frutas, verduras, legumes, peixes, castanhas, azeite. Menos sal, menos fritura, menos embutido, menos refrigerante e doce. Não precisa ser radical: o importante é ir fazendo mudanças que dê para manter.
Um ponto que muita gente não sabe: o consumo excessivo de sódio (sal) no Brasil é quase o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Boa parte desse sal vem de alimentos industrializados e não do sal que a gente coloca na comida na hora de cozinhar. Então, mesmo quem acha que "não usa muito sal", pode estar consumindo bem mais do que imagina por causa dos alimentos prontos.
O exercício físico é um dos melhores remédios para o coração. Caminhada, bicicleta, natação, dança, o que você gostar e conseguir manter. A recomendação é de pelo menos 150 minutos por semana de atividade moderada. Se não dá para fazer tudo, faça o que puder. Qualquer movimento é melhor que nenhum. Se você já tem algum problema cardíaco, converse com o cardiologista antes de começar algo mais puxado.
Pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue precisam ser monitorados regularmente. Se o médico receitou remédio, tome direitinho. Se pediu para repetir exames, repita. Esses números são os indicadores de como suas artérias estão.
Parar de fumar é, provavelmente, a medida isolada que mais reduz o risco de infarto. E o benefício começa rápido: nos primeiros meses após parar, o risco já começa a cair. Se você fuma e não consegue parar sozinho, procure ajuda. Existem tratamentos e programas que funcionam.
Dormir bem e cuidar da saúde emocional também fazem parte da prevenção. Estresse constante, ansiedade e depressão afetam o coração de forma real. Se você está passando por um período difícil, não hesite em procurar ajuda profissional.
Outro ponto que vale mencionar: a reabilitação cardíaca. Quem já teve infarto ou fez algum procedimento no coração deveria participar de um programa de reabilitação cardíaca, que combina exercício supervisionado, orientação nutricional e apoio psicológico. Os estudos mostram que quem faz reabilitação tem menos chance de ter um novo evento e recupera a qualidade de vida mais rápido. Infelizmente, muita gente não sabe que isso existe ou não é encaminhada pelo médico.
Quando marcar consulta e quando correr ao hospital?
Marque uma consulta com o cardiologista quando:
Você tem fatores de risco como pressão alta, colesterol alto, diabetes, cigarro ou doença no coração na família, mesmo sem sentir nada. Ou está sentindo cansaço, falta de ar ou desconforto no peito quando faz esforço, e isso tem se repetido. Ou já teve infarto, colocou stent ou fez cirurgia no coração e está sem acompanhamento. Ou quer orientação para começar a fazer exercícios mais intensos. Ou vai passar por uma cirurgia e precisa avaliar como está o coração.
Vá direto ao pronto socorro (de preferência chamando o SAMU) se:
Sentir dor ou pressão forte no peito que dura mais de 20 minutos, especialmente se espalhar para o braço, pescoço, queixo ou costas. Tiver falta de ar intensa e de repente. Desmaiar ou quase desmaiar. Tiver um mal estar súbito com suor frio, enjoo, palidez e sensação de que algo muito errado está acontecendo.
Nessas situações, o mais importante é não perder tempo. Não tente dirigir sozinho até o hospital. Peça para alguém levar ou chame a ambulância. No infarto, cada minuto que passa significa mais músculo do coração sendo danificado.
Mitos comuns sobre infarto
"Infarto só acontece em gente velha."
Não é verdade. Pessoas mais jovens, na faixa dos 30 ou 40 anos, também podem infartar. Principalmente quem fuma, tem colesterol muito alto, é obeso ou usa drogas como cocaína.
"Se a dor melhorou com remédio para dor, não é do coração."
Isso é perigoso. O fato de a dor ter diminuído um pouco com um analgésico não descarta infarto. Qualquer dor no peito forte e persistente precisa ser avaliada no hospital.
"Mulher não infarta tanto quanto homem."
Mulheres infartam sim, e muitas vezes com sintomas diferentes. Cansaço extremo, falta de ar, enjoo e dor em locais menos esperados (costas, queixo, estômago) são apresentações comuns em mulheres.
"Depois que coloquei o stent, estou curado."
O stent resolve o entupimento daquela artéria, mas a doença que causou o entupimento continua no corpo. Se a pessoa não mudar os hábitos e não tomar os remédios, outros pontos podem entupir. O acompanhamento é para a vida toda.
"Quem já teve infarto não pode mais fazer exercício."
Pelo contrário. Exercício físico com orientação médica faz parte do tratamento de quem já infartou. Programas de reabilitação cardíaca incluem atividade física supervisionada e trazem benefícios comprovados.
"Tomar uma aspirina na hora do infarto salva a vida."
Existe uma ideia popular de que mascar uma aspirina ao sentir dor no peito ajuda. De fato, a aspirina pode ajudar a impedir que o coágulo cresça, e muitos protocolos de emergência a utilizam. Porém, não é qualquer pessoa que deve tomar aspirina por conta própria, pois ela pode causar problemas em quem tem alergia, úlcera ou outros quadros. O mais importante é ligar para o SAMU (192) e seguir a orientação do atendente. Não substitua o socorro médico por um remédio caseiro.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre angina e infarto?
A angina é uma dor no peito que aparece com esforço e melhora com descanso. Ela acontece porque o coração está recebendo menos sangue do que precisa naquele momento, mas sem dano permanente. O infarto é quando a artéria entope de vez, o sangue para de chegar e uma parte do coração começa a morrer. A angina é um sinal de alerta sério de que o infarto pode acontecer.
Quem já infartou pode voltar a ter vida normal?
Na maioria dos casos, sim. Com tratamento adequado, remédios em dia, reabilitação e mudanças nos hábitos, muita gente volta a trabalhar, fazer exercício e ter uma vida boa. Cada caso é diferente, e o cardiologista é quem acompanha e orienta essa retomada.
Se meus exames estão normais hoje, posso ficar tranquilo para sempre?
Não. Exames normais mostram que naquele momento não foi encontrado nenhum problema. Mas o risco de infarto depende de como você cuida dos seus fatores de risco ao longo do tempo. Pressão, colesterol, açúcar, peso, cigarro: tudo isso precisa ser monitorado de forma contínua. Um exame normal hoje não é um "passe livre" para descuidar.
Existe um check-up ideal para prevenir infarto?
Não existe um pacote único que sirva para todo mundo. O cardiologista monta a investigação de acordo com a idade da pessoa, seus sintomas, seu histórico e seus fatores de risco. Para alguns, bastam exames de sangue e eletrocardiograma. Para outros, pode ser necessário teste de esforço, ultrassom do coração ou até tomografia das artérias. O importante é ter um médico acompanhando e decidindo o que faz sentido para o seu caso.
Sinto dor no peito de vez em quando. Devo me preocupar?
Nem toda dor no peito é do coração. Pode ser muscular, do estômago, do pulmão ou ansiedade. Mas toda dor no peito merece atenção. Se a dor vier em aperto, com falta de ar, suor frio ou enjoo, ou se piorar com esforço, procure um médico. O cardiologista é o profissional que vai avaliar se há motivo para preocupação e pedir os exames necessários.
Agende sua avaliação cardiológica
Se você se identificou com os sintomas, fatores de risco ou dúvidas descritas neste artigo, converse com a equipe da Cordis para uma avaliação individualizada.
Agendar consultaEste texto é informativo e não substitui a consulta com um cardiologista. Cada pessoa tem uma história e necessidades diferentes. Se você se identificou com os sintomas ou fatores de risco descritos aqui, procure um médico de confiança para uma avaliação.
Em situações de dor no peito intensa, mal estar súbito ou falta de ar importante, não use este texto como orientação de emergência. Ligue para o SAMU (192) ou vá ao pronto socorro mais próximo imediatamente.
Dr. Thiago Felipe dos Santos CRM-PR 26846 Cardiologia - RQE 18484 Ecocardiografia - RQE 19548
